26 abril 2011

Medicina e Alcoolismo - parte 2

Num terceiro estado acentuam-se estes sintomas, havendo uma imprecisão dos movimentos, descontrole nas frases que diz, no andar, na audição e na visão. Nun quarto estado,uma intoxicação mais profunda do sistema nervoso segue-se a embriagues, após um período em que se agravam  os seguintes sintomas: alucinação, excitação motora desordenada, perda da sensibilidade e da consciência. Sobrevém um sono com perturbações da respiração e da circulação, seguida de coma alcoólico que pode ser mortal. As quantidades de álcool que podem provocar estes estados sucessivos variam de indivíduo para indivíduo. O alcoolismo além de uma doença fisíca é uma doença psiquíca, social e moral. Mas por que ? É uma doença fisíca visto que o alcoolismo sofre de uma péssima alimentação e nutrição ; deficiência em vitaminas, dispepsia, desidratação. Apresenta além disso sintomas nervosos diversos; tremuras, cefaléias, alteração de memória. O alcoolismo é uma doença psiquíca porque o alcoólico tem necessidade de álcool para aceitar a realidade; tem tendência a fugir as responsabilidades; sofre de angústia, é agressivo, resiste mal as frustrações e as tensões; porque nele o nível de consciência, enquanto racionalidade tende a baixar, levando-o a uma condulta impulsiva. É uma doença social porque sofre de negligência perante a familia; frequentes perdas de emprego;perdas dos velhos amigos que continuem sóbrios; problemas financeiros...recurso as organizações sociais;agressividade perante a sociedade; dificuldade em colaborar numa obra comum. Por fim, é uma doença moral já que o alcoólico esquece normalmente a sua vida espiritual; porque não respeita as suas obrigações perante a familia, os colegas de trabalho, a sociedade; porque perde todo o senso moral. Se o alcoólico é um doente é necessário primeiramente fazê-lo compreender que não está bem, que o álcool é um vício que ele não controla e persuadi-lo de que a sua doença se pode tratar.

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