07 junho 2011

Alcoolismo em Portugal


Louçã: «Alcoolismo é a pior toxicodependência em Portugal»

27- 5- 2011 

Francisco Louçã, coordenador do Bloco de Esquerda (BE), lembrou, esta sexta-feira, o drama do alcoolismo em Portugal, uma «toxicodependência» responsável pela violência e «assassinato de tantas mulheres».

«Alcoolismo é a pior toxicodependência em Portugal. Aliás, quando falamos do crime, o alcoolismo é um dos principais impulsos para a violência e até para o assassinato de mulheres», disse, no final de uma visita ao Centro de Atendimento de Toxicodependentes da Marinha Grande, no âmbito de mais uma acção de campanha. 

Francisco Louçã ouviu os responsáveis do CAT da Marinha Grande queixarem-se das dificuldades de tratar uma área tão delicada da Saúde como a toxicodependência. Um dos principais problemas é a falta de médicos para tratar os mais de 1200 doentes atendidos nos Centros de Atendimento de Leiria, Marinha Grande e Pombal.

«O Serviço Nacional de Saúde (SNS) tem hoje mais dificuldades. Mas um dos aspectos que mais melhorou foi há uma década a aprovação de uma lei modelo que deixou de considerar os toxicodependentes como criminosos e passou a trazê-los para o SNS, a substituir drogas para evitar a criminalidade, a destruição de vidas, a ajudar as pessoas», recordou Louçã, destacando o envolvimento do Bloco. 

«Hoje o combate à toxicodependência em Portugal é um modelo internacional que aparece como referência», disse o coordenador do BE.
Francisco Louçã, coordenador do Bloco de Esquerda (BE), lembrou, esta sexta-feira, o drama do alcoolismo em Portugal, uma «toxicodependência» responsável pela violência e «assassinato de tantas mulheres».

«Alcoolismo é a pior toxicodependência em Portugal. Aliás, quando falamos do crime, o alcoolismo é um dos principais impulsos para a violência e até para o assassinato de mulheres», disse, no final de uma visita ao Centro de Atendimento de Toxicodependentes da Marinha Grande, no âmbito de mais uma acção de campanha. 

Francisco Louçã ouviu os responsáveis do CAT da Marinha Grande queixarem-se das dificuldades de tratar uma área tão delicada da Saúde como a toxicodependência. Um dos principais problemas é a falta de médicos para tratar os mais de 1200 doentes atendidos nos Centros de Atendimento de Leiria, Marinha Grande e Pombal.

«O Serviço Nacional de Saúde (SNS) tem hoje mais dificuldades. Mas um dos aspectos que mais melhorou foi há uma década a aprovação de uma lei modelo que deixou de considerar os toxicodependentes como criminosos e passou a trazê-los para o SNS, a substituir drogas para evitar a criminalidade, a destruição de vidas, a ajudar as pessoas», recordou Louçã, destacando o envolvimento do Bloco. 

«Hoje o combate à toxicodependência em Portugal é um modelo internacional que aparece como referência», disse o coordenador do BE.

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