31 julho 2011

Quando o prazer se torna obrigação


Compulsão, Quando o Prazer se Torna Obrigação

Com certeza atos prazerosos são de grande implementação para uma vida saudável, a mudança neste contexto ocorre quando a busca se torna impulsiva para a pessoa, fazendo com que ela perca várias horas em meio a este ato que pode ser inúmeros, como por exemplo: fissura por um corpo perfeito, em consequência o consumo de varias pílulas e excesso de malhação, dias e dias em frente à internet, nas redes sociais, visitando sites pornográficos, jogando games virtuais entre varias opções de acesso que a internet pode proporcionar sair comprando coisas sem necessidade para saciar ansiedade, se alimentar de forma compulsiva e etc…
Este tipo de comportamento é chamado pelos psiquiatras de transtornos de impulsividade, quando eles passam a se sentir na obrigação de buscar prazer, passando a serem controlados por impulsos, mesmo sabendo que podem sofrer algum tipo de prejuízo a pessoa repete o ato, agindo em contradição a sua vontade natural e um ligeiro arrependimento logo após consumar de fato o que lhe traz prazer.
Como consequência o individuo que perde muito tempo com estas atividades compulsivas, acabam deixando para traz sua responsabilidades reais e não conseguem concretizarem seus objetivos e sonhos, deixando tudo para traz, assim normalmente vem o sentimento de angustia e sofrimento pelas perdas desnecessárias.
As pessoas que tem maior tendência a sofrer com o transtorno de impulsividade são indivíduos que exigem de mais de si e com mudanças constantes de comportamento na área emocional, procurando uma maneira rápida de suprir esta angustia, que se converte em novos hábitos tais como: o consumo de bebidas alcoólicas, de cigarros e de drogas, nestes casos hábitos que agridem mais a saúde, não descartando outros hábitos, inclusive os citados no inicio do artigo.
No funcionamento do cérebro humano, a dependência de um usuário de álcool e a de uma pessoa por compulsões são muito semelhantes, da mesma forma que um individuo não consegue abandonar o álcool, o cigarro e outras drogas, também não consegue se livrar da repetição dos hábitos compulsivos.
Por fim, comer bem, fazer compras, ter acesso à internet não são considerados maus hábitos, quando se tem o controle da situação, vale rever os conceitos quanto se percebe uma repetição constantes dos hábitos, mas infelizmente a pessoa só procura ajuda quando a situação se encontra incontrolável, assim constatado o transtorno, a procura por ajuda é inevitável.

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