02 agosto 2011

A trágica verdade sobre o álcool


O QUE É O ÁLCOOL?

Crédito fotográfico: Stockxpert
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O álcool é uma droga.
É classificado como um depressivo, o que quer dizer que diminui as funções vitais – resultando em fala arrastada, instabilidade de movimentos, percepções alteradas e uma incapacidade para reagir rapidamente.
No que diz respeito à forma como chega a afectar a mente, o álcool é melhor compreendido como uma droga que reduz a capacidade da pessoa para pensar de forma racional e distorce a sua capacidade de discernimento.
Mesmo estando classificado como um depressivo, a quantidade de álcool consumido determina o tipo de efeito que é obtido. Muita gente bebe pelo efeito estimulante, como no caso de uma cerveja ou um copo de vinho que são bebidos “para soltar–se”. Mas se uma pessoa consome mais do que o corpo pode manejar, então experimentará o efeito depressivo do álcool. Começará a sentir–se “estúpida” ou perderá a coordenação e o controlo.
Uma overdose de álcool provoca efeitos depressivos muito mais severos (incapacidade para sentir dor, toxicidade tal que faz com que o organismo vomite o veneno, e finalmente inconsciência ou, ainda pior, coma ou a morte derivada de uma overdose tóxica severa). Estas reações dependem de quanto e quão rápido é consumido o álcool.
Existem diferentes tipos de álcool. O álcool etílico (etanol), que é o único utilizado em bebidas, é produzido pela fermentação de grãos e frutas. A fermentação é um processo químico mediante o qual a levedura atua sobre certos ingredientes que são encontrados na comida, gerando álcool.

O CONTEÚDO DO ÁLCOOL

As bebidas fermentadas, como a cerveja e o vinho, contêm de 2% a 20% de álcool. As bebidas destiladas, ou licores, contêm entre 40% a 50% ou mais de álcool. O conteúdo habitual de álcool das seguintes bebidas é:
Crédito fotográfico: Stockxpert
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Cerveja 2–6% de álcool
Cidra 4–8% de álcool
Vinho 8–20% de álcool
Tequila 40% de álcool
Rum 40% ou mais de álcool
Brandy 40% ou mais de álcool
Gin 40–47% de álcool
Uísque 40–50% de álcool
Vodka 40–50% de álcool
Licores 15–60% de álcool

BEBER E CONDUZIR

Crédito fotográfico: Bigstockphoto
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  • Nos Estados Unidos em 2007, o número de mortos devido a acidentes causados por
    adolescentes embriagados foi de 1393 – quase quatro mortos em cada dia do ano.
  • Os acidentes com veículos motorizados encabeçam a lista de causas de morte entre adolescentes nos Estados Unidos e são responsáveis por mais de uma em cada três mortes de jovens americanos. Dos condutores adolescentes que perderam a vida em 2006, 31% tinham bebido, isto de acordo com a National Highway Traffic Safety Administration (Agência Nacional para a Segurança do Tráfego nas Estradas).
O risco de um condutor que se encontra sob a influência do álcool morrer num acidente automobilístico é pelo menos onze vezes maior que o dos condutores que não têm álcool no seu sistema sanguíneo.
Para a maior parte das pessoas, isto são só estatísticas – chocantes talvez, mas apenas estatísticas. Mas para as famílias e amigos das pessoas que morreram como resultado de um adolescente a beber e conduzir, cada número representa uma perda trágica.
O álcool distorce as percepções e o bom discernimento das pessoas. As pessoas que se encontram sob a influência do álcool rapidamente admitem que o tempo de reação delas é menor do que quando não bebem e além disso, expõem–se a maiores riscos a que nunca se exporiam se estivessem sóbrios. Muito frequentemente, esses riscos são fatais.

COMPREENDER COMO É QUE O ÁLCOOL AFECTA O CORPO

O álcool é absorvido pela corrente sanguínea através de pequenos vasos sanguíneos que se encontram nas paredes do estômago e do intestino delgado. Minutos depois do álcool ter sido ingerido, viaja do estômago ao cérebro, onde rapidamente produz o seu efeito, retardando a ação das células nervosas.
Aproximadamente 20% do álcool é absorvido através do estômago. A maior parte dos restantes 80% é absorvido através do intestino delgado.
O álcool também é transportado pela corrente sanguínea para o fígado, o qual o elimina do sangue mediante um processo chamado de “metabolismo”, onde é convertido numa substância não tóxica. O fígado apenas pode metabolizar uma certa quantidade de álcool de cada vez, deixando o excesso em circulação no corpo. É por isto que a intensidade do efeito do álcool no corpo se encontra diretamente relacionada com a quantidade de álcool consumido.
Quando a quantidade de álcool no sangue excede um certo nível, o sistema respiratório torna–se muito lento (a respiração diminui), e pode causar coma ou morte, devido ao oxigénio já não chegar ao cérebro.

OS JOVENS EM COMPARAÇÃO COM OS ADULTOS. QUAL É A DIFERENÇA?

Crédito fotográfico: Stockxpert
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Uma pessoa jovem não tolera o álcool da mesma forma que um adulto.
Beber causa mais danos aos adolescentes do que aos adultos, já que os seus cérebros ainda se encontram em desenvolvimento durante a adolescência e nos jovens adultos. Beber durante este período crítico de crescimento pode levar a danos permanentes na função cerebral, particularmente no que diz respeito à memória, capacidades motoras (capacidade de se mover) e coordenação.
De acordo com uma investigação, os jovens que começaram a beber antes dos 15 anos têm quatro vezes mais possibilidades de desenvolver uma dependência do álcool do que aqueles que começaram a beber aos 21 anos.
Para alguns jovens como a Samantha, a bebida parece ser uma solução para os problemas que não quer enfrentar.
“Quando eu tinha 13 anos, os meus amigos gozavam comigo se eu não bebesse. Deixei–me levar porque era mais fácil unir–me ao grupo. Na verdade eu era infeliz e só bebia para fugir da minha vida.
“Saía cada vez menos e por isso comecei a perder os meus amigos, e quanto mais só me sentia, mais bebia.
“Era violenta e não tinha controlo. Nunca soube o que estava a fazer. Estava a despedaçar a minha família." 
Tendo sido expulsa de casa aos 16 anos, tornou–se numa sem–abrigo e começou a pedir esmola para comprar bebidas. Após anos de consumo abusivo, os médicos disseram–lhe que a sua saúde tinha sofrido um dano irreparável.
“… Eu só tinha 16 anos, mas o meu fígado encontrava–se seriamente lesionado e estive muito perto de me matar por causa de tudo o que bebia.” Samantha

O QUE É UMA BEBEDEIRA?

Crédito fotográfico (centro): Nightwatching
Crédito fotográfico (centro): Nightwatching
Embebedar–se é a prática de consumir grandes quantidades de álcool de uma só vez, habitualmente definido como 5 ou mais bebidas consumidas no caso de um homem, ou 4 ou mais bebidas consumidas no caso de uma mulher.
Cerca de 90% do álcool consumido por jovens com menos de 21 anos de idade nos Estados Unidos é na forma de bebedeira.
“Fico bêbado sempre que posso, mas para ser honesto, tenho raiva de mim mesmo, mas não consigo controlar o meu desejo de o fazer… Se bebo demasiado ou se consumo certas bebidas, sinto falta de ar e fico cheio de manchas em todo o corpo, mas continuo a beber até ficar tão exausto que adormeço… Não estou muito seguro de ser suficientemente forte para renunciar à minha estupidez.” – Allen
Pela altura em que cheguei aos 25 anos, já estava viciado na bebida.
“Muitas das minhas prioridades tinham a ver com a bebida, e tudo o resto aparecia em segundo lugar.
“Comecei a perceber que quando não tinha uma bebida à mão, tinha uma sensação de pânico e começava a tremer.
“Se eu tivesse que parar de beber, começava a tremer e a suar. Eu não poderia estar mais de algumas poucas horas sem uma bebida.” – Paul
No decorrer do último ano fui trabalhar bêbada, desmaiei em clubes e bares, e não me lembro de como cheguei à minha casa. De forma vergonhosa, passei a noite com alguém e nem me lembrava dessa pessoa, que veio para casa comigo até que nos deparámos frente a frente no dia seguinte.”
“Eu destruí dois relacionamentos devido à forma como cheguei a magoar as pessoas quando bebia, mas coloquei a bebida em primeiro lugar.”
“A minha família está muito magoada porque a sua filha está a matar–se sem uma razão aparente.”

O QUE É O ALCOOLISMO OU A DEPENDÊNCIA DE ÁLCOOL?


A dependência do álcool (alcoolismo) consta de quatro sintomas:
  • Desejo forte: uma forte necessidade ou compulsão, à bebida.
  • Perda de controlo: A incapacidade para limitar a própria forma de beber em qualquer ocasião.
  • Dependência física: sintomas de abstinência tais como náusea, suores, tremores e ansiedade acontecem quando o consumo de álcool é interrompido depois de um período de excesso de bebida.
Uma dependência séria pode levar a pessoa a apresentar sintomas de abstinência que coloquem em perigo a sua vida entre os quais encontram–se as convulsões, estas começam de 8 a 12 horas depois da última bebida. O delirium tremens (D.T.s), que começa 3 a 4 dias depois da última bebida e durante o qual a pessoa apresenta uma agitação extrema, tremores, alucinando e desligando–se da realidade.
  • Tolerância: a necessidade de beber grandes quantidades de álcool a fim de se sentir como se estivesse eufórico.
Um alcoólico, frequentemente dirá que pode deixar de beber a qualquer momento que decida – só que nunca “decide” fazê–lo. O alcoolismo não é um destino, mas sim uma progressão,um longo caminho de deterioração durante o qual a vida se vai tornando cada vez mais difícil.
“Quando decidi parar de beber, percebi que o álcool tinha tomado conta do meu corpo de tal maneira que não podia parar. Costumava tremer como se eu fosse arrebentar, começava a suar e não podia pensar até que tomasse outro copo. Não podia funcionar sem ele.
“Passei os ultimos 8 anos a entrar e a sair dos hospitais e clínicas de desintoxicação, a tentar entender o que tinha acontecido comigo, como foi possível não poder deixar. Foi o pior e mais longo pesadelo que tive na minha vida.” – Jan

ESTATÍSTICAS INTERNACIONAIS

O álcool mata mais jovens que todas as outras drogas juntas. É um facto que as três razões mais destacadas na morte de jovens entre os 15 e 24 anos são: acidentes, homicídios e suicídios.
  • Os jovens que bebem estão 7,5 vezes mais propensos a utilizar outras drogas ilícitas e 50 vezes mais propensos a utilizar cocaína do que os jovens que nunca beberam. Uma pesquisa descobriu que 32% das pessoas que bebem muito e com mais de 12 anos, eram também consumidores de drogas pesadas.
  • Em 2005, 6,6% da população dos EUA com 12 anos de idade ou mais, ou seja 16 milhões de pessoas, relataram estado alcóolico pesado (compulsão por bebidas em pelo menos cinco dias dos últimos trinta dias).
  • Dos 3,9 milhões de americanos que receberam tratamento em 2005 com problemas de toxicodependência, 2,5 milhões deles foram tratados devido ao consumo de álcool.
  • As mortes no trânsito devido ao álcool nos EUA foram no total de 12.998 em 2007. Isto é mais três vezes que o número de soldados americanos mortos em combate nos primeiros seis anos de guerra no Iraque.
  • Anualmente há 1,4 milhões de prisões relacionadas com pessoas alcoolizadas ao volante nos Estados Unidos.
  • Um estudo do Departamento de Justiça dos Estados Unidos descobriu que 40% dos crimes violentos acontecem sob os efeitos do álcool.
  • Entre 20052006 houve 187.640 entradas em hospitais relacionadas com problemas de consumo de álcool segundo o Sistema Nacional de Saúde da Inglaterra.
  • Em 2005 houve 6570 mortos na Inglaterra por causas diretamente relacionadas com o consumo de álcool. Em 2006 as mortes relacionadas com o álcool na Inglaterra elevaram–se a 8758. Estas quantidades mostram um aumento de 7% em relação ao ano anterior.
  • De acordo com um estudo, das 490 milhões de pessoas que se encontram na União Europeia, mais de 23 milhões são dependentes de álcool.
  • Na Europa, o álcool contribui em cerca de um em cada dez casos de doença e morte prematura a cada ano.
  • Em 2005, 39% das mortes em acidentes de trânsito estavam relacionadas com o álcool.
  • 40% dos crimes violentos acontecem sob a influência do álcool.
  • EFEITOS A CURTO PRAZO

    Crédito fotográfico:Stockxpert
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    Photo credit:iStockphoto
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    iStockphoto 
    Dependendo da quantidade ingerida, e da condição física do indivíduo, o álcool pode causar:
    • Fala arrastada
    • Sonolência
    • Vómitos
    • Diarreia
    • Transtorno e mal–estar de estômago
    • Dores de cabeça
    • Dificuldades respiratórias
    • Visão e audição distorcidas
    • Capacidade de raciocínio deficiente
    • Percepção e coordenação diminuídas
    • Inconsciência
    • Anemia (perda de glóbulos vermelhos do sangue)
    • Coma
    • Blackouts (falhas de memória durante os quais o alcoólico não se consegue lembrar dos eventos que aconteceram enquanto estava sob a influência do álcool)

    EFEITOS A LONGO PRAZO

    Embebedar–se e consumir de forma habitual grandes quantidades de álcool está associado a muitos problemas de saúde entre os quais se encontram:
    • Ferimentos não–intencionais tais como acidentes de carro, quedas, queimaduras e afogamento
    • Ferimentos intencionais tais como lesões por arma de fogo, agressões sexuais e violência doméstica
    • Aumento das lesões no trabalho e perda de produtividade
    • Aumento dos problemas familiares, e relações destruídas
    • Envenenamento por álcool
    • Pressão sanguínea elevada, trombose, e outras doenças relacionadas com o coração
    • Doenças do fígado
    • Lesões nos nervos
    • Problemas sexuais
    • Danos cerebrais permanentes
    • Deficiência de Vitamina B1 a qual pode levar a uma desordem caracterizada por amnésia, apatia e desorientação
    • Úlceras
    • Gastrite (inflamação das paredes do estômago)
    • Má nutrição
    • Cancro da boca e garganta
    “A minha dependência aumentou constantemente e, quando menos esperava, já bebia álcool quer pela manhã quer pela tarde.
    “Decidi deixar de beber. Permaneci acordada a maior parte dessa noite, e no outro dia tinha dores em todos os ossos do corpo. Cega pelo pânico, enchi nervosamente um copo de gin, as minhas mãos tremiam tanto que entornei metade da garrafa. À medida que o bebia, podia sentir a agonia a desaparecer de forma gradual. Então, finalmente soube a terrível verdade: eu estava viciada. E não conseguia deixar de beber.”– Faye

    AS VÍTIMAS MAIS JOVENS


    Quando consumido por mulheres grávidas, o álcool entra na corrente sanguínea, passa através da placenta e entra no feto (a criança que ainda não nasceu).
    O álcool pode prejudicar um feto em qualquer fase da gravidez, mas este dano é ainda mais grave durante os primeiros meses. Existe um risco de se desenvolverem defeitos de nascimento relacionados com o consumo de álcool tais como deficiências de crescimento, anomalias faciais e dano cerebral e do sistema nervoso.
    Photo credit: Lisa Grissinger
    Photo credit: Lisa Grissinger

    UM RASTO DE TRAGÉDIA

    O álcool custou a vida a muitos artistas, músicos e escritores talentosos nas décadas passadas. Estes são apenas alguns:
     O excesso de álcool levou à morte trágica de John “Bonzo” Bonham, baterista dos Led Zeppelin, mais conhecido pelo seu solo de bateria na música “Moby Dick”. Foi encontrado morto, asfixiado no seu próprio vómito depois de uma noite de excessos de bebida, quando ia a caminho dos ensaios para a sua próxima tourné.
     Guitarrista dos Def Leppard. Um alcoólico inveterado, morreu na sua casa de Londres devido a uma combinação letal de drogas e álcool.
     Músico americano, baterista do grupo The Byrds. Faleceu de falência hepática após três décadas de consumo inveterado de álcool.
    Vocalista de rock escocês e cantor principal do grupo Sweet. O seu problema com a bebida fez com que ele deixasse a banda em 1978; anos depois reintegrou–se novamente, mas o seu problema com a bebida tinha prejudicado a sua saúde e morreu devido a uma falência hepática em 1997.
     ator britânico conhecido pelos seus papéis em Oliver!, Women in Love, Os Três Mosqueteiros e O Gladiador.Faleceu de um ataque cardíaco fulminante durante um descanso nas filmagens de O Gladiador. Encontrava–se extremamente intoxicado após ter consumido 3 garrafas de rum, 8 garrafas de cerveja e numerosas doses duplas de uísque.

    ÁLCOOL: UMA BREVE HISTÓRIA

    Bebidas fermentadas no despertar da civilização egípcia.

Crédito fotográfico: GoddessGift
    Bebidas fermentadas no despertar da civilização egípcia. Crédito fotográfico: GoddessGift

    Os grãos fermentados, o sumo da fruta e o mel, foram utilizados durante milhares de anos para produzir álcool (álcool etílico ou etanol).
    As bebidas fermentadas existem desde os primórdios da civilização egípcia, e existe evidência de uma bebida alcoólica primitiva na China ao redor do ano 7000 a.C. Na Índia, uma bebida alcoólica chamada Sura, que é uma destilação do arroz, era utilizada entre os anos 3000 e 2000 a.C.
    Os babilónios prestavam culto a uma deusa do vinho no ano 2700a.C. Na Grécia, uma das primeiras bebidas alcoólicas que ganhou popularidade foi o hidromel, uma bebida fermentada feita de mel e água. A literatura grega está cheia de advertências contra os excessos da bebida.
    Várias civilizações indígenas americanas desenvolveram bebidas alcoólicas na época pré–colombiana1. Uma variedade de bebidas fermentadas da região dos Andes, na América do Sul, foi criada com milho, uvas e maçãs e recebeu o nome de “chicha”.
    No século XVI, o álcool (denominado como “espirituoso”), foi amplamente utilizado para propósitos médicos. No início do século XVIII, o parlamento inglês aprovou uma lei que promovia o uso de grãos para a destilação de espirituosos. Os espirituosos muito baratos, inundaram o mercado e atingiram o seu ponto mais alto nos meados do século XVIII. No Reino Unido, o consumo de gin alcançou os 18 milhões de galões e o alcoolismo generalizou–se.
    O século XIX trouxe uma mudança de atitude e o movimento antialcoolismo começou a promover o uso moderado do álcool – que acabou por se converter numa campanha de proibição total.
    Em 1920, os Estados Unidos aprovaram uma lei que proibia a fabricação, venda, importação e exportação de bebidas alcoólicas. O comércio ilegal de álcool disparou e em 1933, a proibição de álcool foi cancelada.
    Hoje, cerca de 15 milhões de americanos sofrem de alcoolismo e 40% de todas as mortes em acidentes de carro nos EUA envolvem álcool.





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