08 setembro 2011

Jovens Angolanos e o Alcoolismo - Vídeo



Os jovens angolanos e o alcoolismo;-O limite aqui não é o chão,é o subsolo!


Nãé segredo para ninguém que nosúltimos tempos os jovens angolanos optaram por trocar os mais diversos tipos de diversões para tornaram-se fiéis servos doálcool.Chegamos a um ponto onde dizer que os jovens em Angola bebem compulsivamente jánão os faz justiÇa , porque os jovens angolanos aqui não bebem eles “entornam”.Porém enganam-se aqueles, que acreditam que isto seja devido a algum problema emocional ou algo de género, pois a única razão para o acontecimento é somente o verdadeiro amor pela bebida.Estes jovens muitos até com menos de  21 anos de idade  não têm somente feito o uso desta droga de uma forma absurda, como também o fazem diante dos olhos de todos que queiram e não queiram ver.O que pelos vistos, não faz diferenÇa nenhuma sendo que à nossa sociedade esta acostumada e conformada com esta triste realidade.   Digo conformada porque estamos a falar de uma sociedade onde músicos têm canÇões descrevendo o dia seguinte de um alcoólatra, usando o termo da gíria popular conhecido como o “dia da ressaca”. Lamentavelmente  isso não sópreza o alcoolismo como ainda incentiva os jovens a continuar  neste caminho.
Sobre os principais factores responsáveis por este problema social, não posso deixar de dizer que existem dois especificamente que deixam-me bastante inquieta:
O primeiro, é a fácil disponibilidade de bebidas alcoólicas no nosso país! Éincrível como em cada esquina da nossa cidade existe pelo menos uma roulote que vende bebidas alcoólicas e o vendedor pouco se importa se o cliente tem 25 ou 14 anos. Para eles o importante é somente o crescimento do seu negócio; a saúde pública por outro lado nao os diz nada. O segundo,é o baixo preÇo do álcool no mercado angolano. Sim, porque parece que em Angola tudo sobe desde o preÇo do pão até o preÇo do oléo mas o preÇo da cerveja continua sempre acessível.O que quer dizer que a contrário de muitos países, manter o vício do alcoolismo em Angola até sai barato. 

De igual modo não podemos deixar de mencionar,a culpa que à família tem nestes casos. Afinal de contas, quantas vezes  presenciamos situaÇões em que os próprios papas ou tios, abordam uma crianÇa com  MENOS DE 10 ANOS e mandam-a ir até à esquina comprar duas garrafas de cerveja? Acredito que tenham sido muitas.Estes por sua vez esquecem-se que faz parte da natureza da crianÇa e etapa do adolescente “experimentar” tudo que estiver ao seu alcance.Eles experimentam uma vez, depois duas e quando nos apercebemos já são usuários frequentes da bebida. Mas, apesar dos apesares o mais agravante é que quando os “mais velhos” descobrem esta inclinaÇão dos “pequenos” muitos fazem-se de despercebidos e acabam de uma forma indirecta dando forÇas para que estes continuem a alimentar este hábito. 


São estes os exemplos que não deveriam existir no nosso país.
O efeito do álcool ao contrário do que muitos pensam nãé somente visível fora das portas das discotecas durante às madrugadas quando jovens totalmente alcoolizados involvem-se em brigas e acidentes automobilísticos, que por vezes, trazem sequelas por toda à vida. O álcool também traz consequências graves a nível escolar. Segundo os médicos o álcool nos adolescentes afecta o sistema nervoso. O que torna um jovem que faz o consumo constante do álcool vunerável a problemas de memória, compreensão e interpretaÇão, que de um modo geral resulta no seu baixo rendimento escolar. 


Para terminar este texto porque brevemente falei das discotecas, vou aproveitar esta oportunidade e parabenizar a polícia nacional que tem prestado os seus serviÇos nas ruas das mais diversas casas noturnas da cidade de Luanda. Isso impondo a ordem e assegurando que, jovens em estado de embriaguez sejam impossibilitados de conduzir qualquer tipo de automobilismo que seje.Esta nãé somente uma grande iniciativa mas também mostra que se todos estivermos dispostos a zelar pela saúde e integridade juvenil,será possível eliminar os mais diversos problemas que os cercam.


Por:Mila Stéphanie Malavoloneque
Fonte oficial: Revista Platina





Nenhum comentário:

Postar um comentário