13 novembro 2011

Tony Curtis - Depressão e Alcoolismo Caminham Juntos

Tony Curtis (1925 – 2010) 

O astro Burt Lancaster recomendou o amigo Tony Curtis para atuarem juntos nos filmesTrapézio (1957) e A Embriaguez do Sucesso (1957). Foi o suficiente para que a sua carreira engatasse.
 
 
 
Em 1958, Tony foi indicado para o Oscar de melhor ator por Acorrentados (1958). Depois disso,brilhou ao lado de Marilyn Monroe e Jack Lemmon na fantátisca comédia Quanto Mais Quente Melhor (1959), provando que era tão bom comediante quanto ator dramático. E no épico Spartacus (1960) nada ficou devendo a Sir Laurence Olivier nas cenas que fizeram juntas (a cena que o personagem homossexual vivido por Laurence se insinua para o gladiador vivido por Curtis entrou para a história do cinema). Foi o melhor período de Tony Curtis em Hollywood.
Tony Curtis e a bela atriz e esposa, Janet Leigh.
Após a sua fase de ouro no cinema, atuou ainda em comédias românticas e teve uma atuação magistral vivendo um estrangulador no filme O Homem que Odiava as Mulheres (1968). A partir dos anos 70 perdeu espaço – Já não era um galâ, estava ficando careca e havia engordado, portanto não havia espaço para atuar em papéis de galã ou mesmo gladiador. Tentou a TV no seriado The Persuaders (1971) e escreveu um livro de ficção, mas ambas experiências foram um fracasso absoluto. Então, veio a depressão, enterrou-se no álcool e na cocaína (fato comum em Hollywood quando atores e atrizes que atingiram o estrelato caem no limbo não conseguem suportar a pressão advinda do fracasso).
Tony e a filha Jamie Lee Curtis.
 O astro encontrou seu “porto seguro” na pintura
Tony teve seis filhos (um deles a famosa Jamie Lee Curtis) e foi casado com a bela atriz Janet Leigh, que interpretou a personagem que leva as famosas facadas no clássico Psicose (1960).Nos últimos anos, Tony dedicou-se à pintura, conseguiu algum sucesso e, aparentemente, encontrou paz. Faleceu em Las Vegas aos 85 anos de idade.



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