08 dezembro 2011

Tragédia Alcoólica - Caso Real



Introdução

Registramos há alguns anos atrás um acontecimento trágico, devido exclusivamente ao alcoolismo. Conhecíamos uma família comum, como todas as famílias em qualquer país do mundo, esta é uma história real, apenas não identificamos nenhum personagem envolvido no episódio, por medidas éticas, apesar de que a tragédia se tornou pública.

Alcoólatra dito "controlado"

Nessa família havia um moço de mais ou menos 37 anos, ele tinha uma boa situação financeira, devido a que o seu trabalho lhe proporcionava esta estabilidade financeira, mas este nosso personagem era um indivíduo daqueles que se intitulam bebedores sociais.
Tivemos conhecimento de sua rotina alcoólica: era o dito bebedor social de fins de semana. Se passava como controlado e boa gente, apesar de que se achava bem de vida e não se misturava com os usuários de bebidas alcoólicas mais humildes.
Nós sabíamos de suas farras alcoólicas com seus amigos, que comungavam do mesmo espírito de idéias e atitudes, até então não se esperava nada de violento por parte deste bebedor de fim de semana, apesar de que nós já sabíamos que o alcoolismo em maior ou maior grau vai mudando o comportamento geral do dependente, e diante disto podemos esperar qualquer coisa destes drogados pelo álcool.

Desentendimento pré-morte

Então nosso personagem real, em uma determinada manhã de sábado, se levantou logo cedo e, segundo sua esposa, sem mais nem menos soltou a seguinte frase: “Matarei a primeira pessoa que hoje me contrariar!”. Deste momento em diante, já saiu ao encontro dos amigos de copo. Neste dia de sábado tudo transcorreu como todos os outros sábados: muita farra, muita cachaça, churrasquinho assado na calçada do boteco, e assim o dia foi chegando ao seu final sem nada de muito grave.
Ficamos sabendo que para finalizar o dia que marcaria para sempre sua vida, entrou num bar onde costumava também saciar seu apetite alcoólico; já era por volta de 22:30 hs. Daí a mais ou menos 30 minutos, ou seja, os relógios já apontavam 23:00 hs, na hora de acertar as despesas, houve um desentendimento entre ele e o dono do boteco em relação ao valor da despesa a pagar.

Consequências finais

Nosso personagem já totalmente bêbado, esqueceu-se da amizade que tinha com o dono do bar, simplesmente sacou seu revólver e disparou três tiros no peito do comerciante de bebidas. Sua morte foi instantânea, o assassino fugiu, depois se apresentou com seus advogados para responder ao processo criminal em liberdade, conseguiu isto, mas ele possuía casas, carros e uma conta bancária razoável; para começar perdeu seu trabalho, teve que mudar de residência, começou a vender os bens que possuía para custear as despesas com advogados e manter também a sua família, filhos, esposa e etc.
Acompanhamos este caso até o final para ver no que ia dar, e constatamos que a sua vida mudou radicalmente: perdeu tudo que tinha, bens, imóveis em geral, seus amigos se afastaram, esposa e filhos ficaram em situação difícil, os seus pais de tanta tristeza mudaram de estado, e por sua vez, mesmo gastando tudo que tinha, não conseguiu se livrar da cadeia, no final do processo foi condenado e preso em regime fechado. Devemos ressaltar que na família da vítima houve problemas muito grandes de ordem emocional.

Considerações

Sentimos a necessidade de divulgar esta tragédia alcoólica porque estamos vendo que as coisas pioraram, e podemos divulgar um dado fiel em números: dentro dos lares, a violência doméstica devido ao alcoolismo está em 49%. Outrossim, devemos destacar que já fazemos um trabalho de palestras de conscientização sobre o vício alcoólico.
Estamos também em fase final de nossa obra, que acreditamos que esta vai revolucionar os métodos de desativação do vício alcoólico, colocando uma nova visão de tudo que se tem feito nos últimos 200 anos, sistema este falido e que não está resolvendo a dependência dos drogados pelo álcool. Parar de usar bebidas alcoólicas, qualquer um pode fazer isto, a grande chave está em como não voltar ao copo definitivamente, o sistema é muito simples, mas ao mesmo tempo muito complexo.
Nosso livro vai ajudar também os profissionais que tratam da problemática a traçar metas de desativação do vício, porque ao contrário do que está aí, não existem remédios que desativem a dependência. Os medicamentos quando necessários são apenas para tentar reparar os danos que o álcool causa ao organismo, tanto de ordem nervosa como física, e tais medicamentos somente podem ser administrados pelos profissionais médicos (se for o caso).
Obs.
Para a desativação segura do vício alcoólico é preciso que o dependente também se livre de outras drogas (se estiver fazendo uso de outras). Por exemplo: se fuma, se usa maconha, cocaína, crac etc., deve abolir também estas drogas. ‘Não poder usar drogas não é ser doente’, aguardem nosso livro. Vejam algumas imagens abaixo, causada pelos bebedores devido ao álcool!
Tragédia alcoólica Tragédia alcoólica
Essa é uma criação e publicação Helio - Helinho
Helio Rodrigues de Matos
Helio de Matos



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