19 fevereiro 2013

Vença a batalha contra o alcoolismo

Vença a batalha contra o alcoolismo
Responsável por mais de 350 doenças, o álcool traz sérios problemas para 10% da população. O primeiro passo para superá-lo é reconhecer a dependência

É doença, não opção 
Durante muito tempo, o alcoolismo foi considerado uma dificuldade de ordem moral. O dependente era alguém de vontade fraca, a quem faltava determinação ou caráter para abandonar o vício. As pesquisas revelaram, porém, que a dependência apresenta um quadro clínico bem definido e que a pessoa não tem liberdade de optar entre beber ou não quando se torna alcoólatra. A partir daí, o problema passou a ser encarado não mais como uma questão de escolha, mas como condição patológica, sendo incluído na Classificação Internacional das Doenças da OMS.
Não é fácil distinguir entre o alcoólatra e a pessoa que bebe eventualmente ou muito e apresenta problemas relacionados ao consumo de álcool sem ser viciado. Existem sinais, no entanto, que indicam quando há o risco de dependência. Conheça alguns:
 Ter dificuldade de moderar o consumo. 
 
Persistir no uso do álcool apesar das conseqüências negativas.
 Abandonar outros interesses e atividades em favor da bebida. 
 
Apresentar a síndrome de abstinência, caracterizada por um conjunto de sintomas (ansiedade, insônia, tremores, náuseas, irritabilidade, vômitos, dor de cabeça, pesadelos) que só desaparecem quando se volta a beber.
Ninguém nasce predestinado ao alcoolismo. A maior ou menor chance de tornar-se dependente é determinada por uma combinação de fatores:
 Biológicos: a predisposição genética é importante no desenvolvimento da dependência, mas os especialistas garantem que ela por si só não é capaz de condenar ao alcoolismo. É inegável que o estímulo prazeroso que a bebida provoca em certas regiões do cérebro também pode levar ao abuso. 
 
Psicológicos: indivíduos muito ansiosos, depressivos, tímidos ou com dificuldades de auto-estima têm maior tendência de utilizar a bebida como uma 'muleta emocional'.
 
Ambientais: incluem as experiências familiares, a fase da vida em que se está e o ritual que cerca o ato de beber.
"Fiz do boteco o meu escritório"
 
"Na juventude, descobri que era uma pessoa mais sociável sob o efeito do álcool. Com o passar do tempo, a bebida foi tomando conta de mim. Casei, tive filhos e as conseqüências do vício aumentaram. Apresentei problemas de toda natureza: física, emocional e mental. No trabalho, o desastre foi total. Sempre fui autônomo e no auge da bebedeira os serviços ficavam parados. Foram várias confusões com clientes. Muitas vezes, eu saía para beber e não tinha hora para voltar. O boteco era o meu escritório. Na família, mais conflitos. Sempre ouvia minha mulher dizer: 'você sabe o que fez?' Achava que era invenção dela ou vontade de brigar. Descobri o Alcoólicos Anônimos (AA) nos anos 80 por meio de um amigo. Tomei o meu último porre em maio de 1980, aos 42 anos, quando já freqüentava o grupo há três semanas. No mês seguinte, parei definitivamente. Ter consciência de que era um alcoólatra foi um grande alívio. Deixei de ser um safado ou bêbado, já conhecia algo sobre mim. Hoje, enquanto meus amigos bebem cerveja, eu fico no refrigerante. E não sinto vontade de trocar."
Felipe*, 66 anos, aposentado
 



ASSUMA O ALCOOLISMO SEM CONSTRANGIMENTO E VOCÊ VAI DAR UM PASSO GIGANTESCO PARA VENCER ESSA DOENÇA TERRÍVEL, QUANDO RESOLVI FAZER ESSE BLOG DISSE A MIM MESMO QUE NÃO NEGARIA O PROBLEMA QUE TIVE COM A BEBIDA, A PARTIR DAÍ TUDO FICOU MUITO MAIS FÁCIL, POR ISSO LUTO TODOS OS DIAS COM A CONSCIÊNCIA TRANQUILA QUE ESTOU AGINDO DE FORMA CORRETA PARA AJUDAR PESSOAS QUE NECESSITAM DA VERDADE E NÃO DE PENA, PRECISAM DE TRATAMENTO DIGNO E RESPEITO E NÃO DE SERMÕES BARATOS E OFENSIVOS. 
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